quarta-feira, 30 de maio de 2012

Finalmente com chance de apresentar a todos um resumo dos debates que ocorreram na última oficina do L'ArCA, com uma apresentação dos dois primeiros atos da ópera-rock Acrópolis seguidos de uma discussão com os presentes, com o objetivo de contribuir para compormos conjuntamente o final da peça.

Segue uma parte do vídeo que esteve no show, seguido de sugestões apresentadas no debate,  intercaladas pelas imagens iniciais dessa grande ópera-rock interativa, que ainda tem um último ato para ser finalizada. Esperamos que todos vocês possam contribuir com ideias para essa e as outras obras criadas nas oficinas do L'ArCA!!

Abraços!

Vitor


Informações sobre vídeo, o evento e a ópera rock


Acropolis - Uma Opera Rock Futurista Interativa

Faixa 01: Acorde Acrópolis

Edição, ilustrações, direção: Fabricio Bonni
Vozes e Arranjos: L'arca
Produção Musical : Fabricio Bonni

Realizado pelo Laboratório de Arte e Cidadania Ativa (L'ArCA) na II Conferência Internacional - Moedas Criativas, Fronteiras do Valor na Economia da Cultura; no Museu da Imagem e do Som nos dias 29/04, 30/04 e 01/05 de 2012.

O evento todo trata do tema da economia criativa em três facetas: uma teórica, uma prática e outra lúdica. http://www.iconomia.org/moedascriativas/

Patrocinadores: BNDES, AMD Foundation, Comissão Européia, Purebros, UOL Jogos, Pague Seguro e Boa Compra;
Apoio: Games for Change, Grupos de Pesquisa Iconomia, PGT, IONS, L'ArCA e DIVERSITAS;
Realização: Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento Universidade de São Paulo;
Curador: Gilson Schwartz.

Participantes da Oficina:
Vitor Blotta Coordenador e "Ministro da Liberdade"
Fabrício Bonni Músico, produtor, violões e voz no show
Daniel Andrade: percussão e voz no show
Davi de Freitas Intervenção teatrais
Gabi Winter Intervenções teatrais

E público do Evento


Acrópolis projeta a história para 100 anos no futuro, no momento em que uma nova ordem social aparentemente perfeita passa a mostrar suas contradições. A cidade é invadida pelo Movimento dos Sem Talento, o Movimento dos Sem Conhecimento e o Movimento dos Sem Alegria, formados por seres que usam e recebem de modo desigual as moedas criativas Talento, Saber e Alegria. Representantes dos movimentos participarão de uma assembléia para decidir junto aos Ministérios da República e os Públicos o Destino de Acrópolis.




Mais Números musicais
Talvez mais diálogos e narrativas
Valorizar o talento do outro. Narrar quando uma pessoa que aparentemente nao o tem, mas que quando recebe o foco, ressalta seu talento
3o. Movimentos e Ministérios descrevem um mundo onde as contradições permanecem. Mostrar situações dramáticas. Momentos em que pessoas nao tem voz, nem vez, ou conhecimento certificado
O personagem de um ermitão, que desenterrou emails de um servidor enterrado, vem denunciar o caminho errado tomado, resgatou o problema
O problema eh que essas moedas nao certificam outras atitudes que nao o talento, a alegria e o pensar.
Como então gerar valor a partir da tristeza?
Demandas por um Ministério da Tristeza, ou outros
Ou os Ministérios se declaram incompetentes.
Sem judiciário, sem executivo e sem legislativo.
Então, por isso devera ser uma recriação de um tribunal. Tudo como um tribunal e um julgamento de fato deveriam ser?
Mas nao se sabe qual seria a moeda da Justiça. Alias, e impossível saber isso, então nao eh fácil definir o que eh talento, saber ou alegria. A situação eh de perplexidade. O resultado eh que o sistema eh sempre falho. Será este o melhor desfeche?
Ou descobre-se que seria necessário então fazer ajustes regulares no sistema.

Incorporar falas que evidenciam conflitos
Conexões entre os movimentos e ministérios.
Algo nunca será fechado. Ermitão e uma criança?
Conceitos são outros.
Revisões periódicas entre os movimentos e ministérios
Danças circulares sagradas, em espiral, nao circulo, como método.
Esquecer moedas e dinheiro. Daqui pra frente so serão fluxos, gradientes. Garantir a legitimidade da diferença.
O que eh alegria para quem, deve ser dito pela própria pessoa.
Pensar no local, com cadeiras, com interação, movimento. Nao da pra ficar sentado.
O outro diz para o movimento que ele tem talento, ou nao, mas isso pode mudar.

Ocorre troca de papeis. Desejos trocas de moedas. O publico se aproxima rastejante e quer isso, tenta se aproximar e quase derrete em direção ao palco. Dar iluminação a quem nao tem luz sobre ele refletida.  Isso pode representar o valor do outro.

Nao deve haver muita repetição, talvez no estilo de som. Eh preciso multidões. Eh preciso saber o que se Poe e o que se tira, moedas criativas ou nao, movimentos, ministérios, mas tem que mostrar o conflito.
Teatro do absurdo, Criar confusão do ônibus.
Teatro Oficina, mostrar o conflito.
Pessoas do publico tem que interagir. A trilha nao pode ficar muito na cadencia.  Mais altos e baixos.
Grupo em São Paulo. Os Fofos. Fazer contato. Pesquisa e cooperação. Peca ~Historias de Assombrações nas Ruas do Recife~
Pensar nas reações dos públicos, adolescentes, crianças, com capacidade e tratados como tais. As pecas podem ser multisensoriais.
Repensar ou manter a estrutura do rock, ou intercala-la com outras musicas.

Contato com Fernando Neves (fofos)
Fica na frente do Oficina
Ler Darcy Ribeiro. “Utopia Selvagem”. Quadro Sinótico. Os ministérios se tornam conselhos populares.

Pensar na cadencia da narrativa. Jornada do herói da moeda, por exemplo.
Pode haver uma crise, antes do julgamento, como se estivesse em curso a pena de morte e uma pessoa estivesse prestes de ser executado, quando o herói entre em cena, ou algo inesperado acontece.

Uma crise, ameaça. Mas alguém da Cidade do Conhecimento recupera uma verdade perdida, e durante o julgamento interrompe tudo. Assim podem ser trabalhados os elementos de tragédia e resolução.
Ser mais radical nas letras, no fundamento. Sem mais claro nas letras e no fundamento.
Quais são as outras Acropolis?
Pensar no espaço, na formação do espaço cênico.
Transformar a peca em uma experiência nao linear que ocorre no espaço do museu.
Pensar na questão da apatia, do conformismo, e o que tira as pessoas disso.
Referencia: the non smoking band

Recurso. Crise e desfecho. Dinâmica da crise deve ser pensada, e o baque precisa ser dado, com intensidade.
Pode se fazer a personificação de uma historia, como com os movimentos. Pode ser no próprio desfecho.
Prazer de um pode nao ser o prazer do outro, e nem eh possível saber o que eh o justo. Eh impossível saber a verdade, mas podemos reconhecer a mentira. Então o crime Maximo poderia dizer a mentira.

As pessoas estão pedindo para serem tocadas, emoção, conflito, pegada de tocar, que eh mais estomago que cabeça. Deve-se quebrar o didático e ir para o conflito.
E pensando em como tornar a opera rock também em texto, com situação dramática.
A tecnologia e os bens são valorizados e utilizados, com interatividade e gamificacao da peca. SMS, votação, enquete. Boletim com os diversos.
Fazer boletim com diversos anúncios. Investir na infra-estrutura tecnológica, tempo real gamificado.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Acrópolis, video teaser da ópera rock interativa do projeto Moedas Criativas

http://youtu.be/EW4OCtkiruk
Video Teaser da Opera-rock Acrópolis, a primeira ópera-rock interativa já criada!
Paródia do projeto de economia criativa Moedas Criativas, concebida pelo Laboratório de Arte e Cidadania Ativa (L'ArCA http://www.artecidadaniativa.blogspot.com/), Acrópolis projeta a história para 100 anos no futuro, no momento em que uma nova ordem social aparentemente perfeita passa a mostrar suas contradições. A cidade é invadida pelo Movimento dos Sem Talento, o Movimento dos Sem Conhecimento e o Movimento dos Sem Alegria, formados por seres que usam e recebem de modo desigual as moedas criativas Talento, Saber e Alegria. Representantes dos movimentos participarão de uma assembléia para decidir junto aos Ministérios da República e os Públicos o Destino de Acrópolis. Confira a apresentação da ópera-rock e a oficina de criação coletiva para compor seu terceiro e último ato no dia 30 de abril de 2012, no Museu de Imagem e Som, em São Paulo, no evento Moedas Criativas: fronteiras do valor na Iconomia. Mais infs. www.iconomia.org/moedascriativas
Abraços e até lá!
Vitor Blotta (Coordenador. L'ArCA)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

MOEDAS CRIATIVAS II

Caros,

Tenho o prazer de lhes convidar para o evento Moedas Criativas. Fronteiras do Valor na Iconomia, organizado pelo grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento (ECA-USP), a se realizar dos dias 29 e 30 de abril e 1o. de maio no Museu da Imagem e Som em São Paulo.

O evento trata do tema da economia criativa em três facetas: uma teórica, uma prática e outra lúdica. Terá a presença de grandes especialistas, como o prof. Tércio Sampaio Ferraz Júnior, em temas que envolvem novas tecnologias de informação e comunicação e seus impactos sobre a economia e suas possíveis formas de regulação, com vistas à realização de valores humanitários em tempos de globalização.
Farei a mediação de uma mesa de debates na tarde do dia 30 e coordenarei uma oficina musical e teatral do L'ArCA no mesmo dia. (v. programa completo abaixo).

Programa e inscrições no link: http://www.iconomia.or%20g/moedascriativas/2012/01/04/hello-world/ Há um limite de 150 inscrições, então faça a sua o quanto antes. Também haverá transmissão online.

Será um prazer tê-los conosco no evento!

Abraços a todos

Vitor Blotta
Pesquisador. Núcleo de Estudos da Violência da USP
Secretário-Adjunto Associação Nacional de Direitos Humanos - Pesquisa e Pós-Graduação
Tel: 11 30910613

 

II Conferência Internacional no MIS

Moedas Criativas
Fronteiras do Valor na Iconomia
 Museu da Imagem e do Som
29-30 de abril, 1º de maio – 2012
 Programa
29 de abril
Pensar
9h30m
Abertura Solene e Capoeira com o Toque do Mestre Alcides (CEACA, USP)
10 horas
Moeda, cultura e tecnologia: da Pipa ao Rio de Janeiro
História e perspectivas do projeto “Moedas Criativas” na Cidade do Conhecimento
Há dez anos, o projeto Cidade do Conhecimento implementava um projeto-piloto de moedas criativas na Praia da Pipa (RN). As principais etapas do projeto, seu modelo de inovação e sustentabilidade e a criação do FMI (Fundo de Moedas Imaginárias) serão os temas apresentados e debatidos do ponto de vista teórico, tecnológico e social tendo como horizonte a escolha do projeto “Moedas Criativas” como uma das 20 provocações patrocinadas pela UNESCO na Rio+20. A proposta de instalação do FMI no Museu da Imagem e do Som (MIS) será detalhada, com tempo para manifestações de parceiros e patrocinadores do projeto e discussão pública de seu futuro.
Gilson Schwartz, CTR-ECA, Cidade do Conhecimento, Iconomia e PGT (USP)
Heloisa Primavera, Universidade de Buenos Aires
Guilherme Ary Plonski, PGT, FEA, POLI e Cidade do Conhecimento (USP)
Moderação: Fabio Nunes, Mestrando, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais, Escola de Comunicações e Artes (USP)
 A sessão será encerrada às 12h30m, com intervalo de 30 minutos às 11 horas.
15 horas
Mundos e Fundos: Games, Redes Virtuais e Fronteiras do Valor na Iconomia
Teorias, antropologias e filosofias da criação de valor, do dinheiro e da riqueza
 Economia da cultura, wikinomics, economia criativa, economia da informação e sociedade do conhecimento, indústrias criativas ou sociedade do espetáculo, gamification do marketing e monetização em redes abertas: os conceitos usados para descrever as inovações e os impactos da cultura digital na produção, distribuição, consumo e financiamento de conteúdos renovam-se continuamente. Em que elementos e circuitos da vida a existência das moedas, criativas ou não, age? Que efeitos elas têm sobre as pessoas e os coletivos? É possível tomar decisões e encontrar espaços e tempos para projetos emancipatórios nessas redes colaborativas e competitivas, mais ou menos abertas? O século 21 será a expressão dessa iconomia? Quais as fronteiras do pensamento quando surgem objetos como os ícones, feitos de imagens, conteúdos, nuvens, entretenimento e sensores? O design do ícone “moeda” como um “game” pode mudar o mundo?Novas moedas podem contribuir par a acelerar a distribuição da Felicidade Interna Bruta (FIB)? Quais as inovações necessárias para dar sustentabilidade à produção cultural, audiovisual e criativa no Brasil e no mundo? É possível criar mundos e fundos?
Júlio Moraes Lucchesi, Grupo de Pesquisa Iconomia e Assistente Acadêmico da disciplina “Economia do Audiovisual Internacional” (EAI, CTR-ECA-USP), Doutorando na Faculdade de Filosofia, História e Ciências Humanas (FFLCH-USP)
Diego Viana, Repórter do Jornal Valor Econômico
Leonardo Brant, Líder do projeto Empreendedores Criativos, criador do blog Cultura e Mercado
Jeremiah Spence, Journal of Virtual Worlds Research
Claudio Sassaki, MangoLab e Geeki
Martin Restrepo, Editacuja e MEL
Moderação: Francisco Tupy, Mestrando, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais, Escola de Comunicações e Artes (USP)
A sessão será encerrada às 17h30m, com intervalo de 30 minutos às 16h30m.
17h30m          Intervalo
18 horas
Valor, Criatividade e Violência da Moeda: Educação, Mídia e Desenvolvimento
Práticas pedagógicas para superar as fronteiras entre a sala de aula e a escola da vida
O dinheiro é meio de pagamento, acesso e investimento, mas o outro lado da moeda é a desvalorização do que não é material e imediato, a multiplicação das formas de exclusão e o agravamento nas condições de oferta de bens públicos, serviços sem fins lucrativos e inovações em áreas emergentes e criativas. É possível brincar com a violência da moeda? Como ficam os serviços de educação e os desafios da aprendizagem contínua ao longo da vida numa sociedade como a brasileira em que o intangível, o patrimônio imaterial e a valorização da cultura, da informação e do conhecimento ainda estão em estágios muito primários e ainda assim frágeis de desenvolvimento? É possível criar práticas pedagógicas que se apropriem de novas tecnologias para reeducar nossas sensibilidades para a diversidade das escalas de valores, projetos e desejos? Há gozo além do consumismo? Como a escola vai lidar com o fetiche da própria tecnologia? As redes digitais p odem reinventar uma educação com menos muros, grades e controles entre a sala de aula, a escola, a família, a comunidade e a vida?Educação tem fim?
Leny Magalhaes Mrech, Faculdade de Educação (USP)
José Roberto Amazonas, Escola Politécnica (USP)
Edison Spina, Escola Politécnica (USP)
Márcia Ribeiro, Bibliotecária-Chefe, Universidade de Taubaté (UNITAU), Líder do projeto “LIGAÇÃO” (Literatura Infantojuvenil, Games e Artes em Ação)
Maria Helena Morgani de Almeida, Curso de Terapia Ocupacional, Faculdade de Medicina (USP), Consultora do projeto “Terceira Idade” (REID-CNPq)
Fernando Dias, CEO da Purebros
Moderação: Thais Barros, pesquisadora da Cidade do Conhecimento, Mestre em Ciências pela Escola de Comunicações e Artes (USP) e Consultora Pedagógica da rede “Conflitos Globais” e da pesquisa “TIC – Educação” (CETIC.br)
20 horas – Encerramento do Primeiro Dia – Relatores do Pensar
30 de abril
Fazer
10 horas
Moeda, tecnologia e democracia: fronteiras entre economia solidária e cultura
Casos, relatos e perspectivas tecnológicas da inovação monetária sustentável
Nos últimos anos, moedas sociais, bancos comunitários, redes de compras, modelos inovadores de “crowdsourcing”, “crowdfunding” e flexibilização de regimes e direitos de propriedade intelectual abriram espaço para inovações no marketing, na atuação do terceiro setor, no desenvolvimento da cadeia de produção, distribuição, consumo e financiamento aos setores de entretenimento, artes, comunicação social e turismo. Nessa manhã do segundo dia serão apresentados relatos, depoimentos e analisados casos concretos e políticas públicas com foco na aproximação entre inclusão social, cultura da paz, sustentabilidade ambiental e novas práticas de organização econômica, social e política mais abertas, sustentadas pelo vetor transversal de desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação (TICs). A rede “Games for Change”, a formação das políticas de inclusão digital e cultural, a promoção do empreendedorismo inovador e as pol íticas de digitalização e regulação dos meios de comunicação em escala internacional serão apresentados e avaliados. Como o entretenimento estimula e funciona como base do desenvolvimento humano? Quais os resultados obtidos no Brasil, nos últimos dez anos, nas políticas de inclusão social, digital e cultural?Quais os desafios para não perder o bonde da globalização digital?
Gilson Schwartz, CTR-ECA, Cidade do Conhecimento, Iconomia e PGT (USP)
Heloisa Primavera, Universidade de Buenos Aires
Guilherme Ary Plonski, PGT, FEA, POLI e Cidade do Conhecimento (USP)
Ana Laura Castro, It´s Noon
Jacqui Dunne, Autora com Bernard Lietaer de Rethinking Money: How New Currencies turn Scarcity into Prosperity (Berrett-Koehler, São Francisco, 2013), founder e CEO da rede “Entrepreneurs without Borders”.
Tercio Sampaio Ferraz, Faculdade de Direito (USP)
Moderação: Sônia Paschoal, Doutoranda, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais, Escola de Comunicações e Artes (USP)
A sessão será encerrada às 12h30m, com intervalo de 30 minutos às 11 horas.
15 horas
Fronteiras Digitais do Estado de Direito: Agendas, Políticas e Garantias na Crise
Ameaças e desafios em programas das áreas social, educacional, cultural e ambiental
As áreas sociais, fundamento e essência de uma sociedade criativa e livre, estão entre as primeiras a sofrer cortes nos processos tradicionais de ajuste fiscal a crises globais e nacionais. São também alvos preferenciais, pela escala e volume de recursos envolvidos nas políticas públicas, de desvios de recursos, desperdícios e insuficiência de meios tecnológicos, de inteligência cívica e financiamento de longo prazo. É possível redesenhar o sistema financeiro global e os sistemas financeiros regionais e nacionais, após a crise da globalização especulativa, preservando e até ampliando a eficácia e o alcance das políticas educacionais, sociais e ambientais por meio de interfaces digitais? Qual o novo papel do Estado num momento de radicalização das pressões setoriais por fundos públicos, salvaguardas de direitos e proteção aos elos mais frágeis da reprodução social em escala planetária? O retorno do Estado ameaça a liberdade ou vai emergir um “paternalismo libertário”? Políticas públicas em áreas sociais e de comunicação podem alterar o perfil de direitos e acesso da população aos novos meios, conteúdos e oportunidades de desenvolvimento humano e econômico?
André Barbosa, Superintendente de Suporte, Empresa Brasileira de Comunicação
Zilda Iokoi, Coordenadora do Programa de Pós-Graduação e Núcleo de Pesquisa sobre Diversidade, Intolerâncias e Conflitos – DIVERSITAS da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – FFLCH (USP)
Maristela Basso, Faculdade de Direito (USP)
Juliana Toledo, Coelho e Morello Advogados
Estebán Clua, Presidente da SBGames
Eduardo Fagnani, Instituto de Economia (UNICAMP)
Moderação: Vitor Blotta, Doutorando pela Faculdade de Direito da USP, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência e da Cidade do Conhecimento (USP)
A sessão será encerrada às 17h30m, com intervalo de 30 minutos às 16h30m.
 18 horas
 A Criação Monetária e a Origem da Tragédia
Passagens entre pensar/ fazer e fantasiar/brincar na gênese dos valores e da moral
Oficina de dramaturgia e música para criação coletiva da obra teatral aberta “Acropolis”, uma ópera rock futurista com a mediação do Laboratorio de arte e cidadania ativa (L’ArCA) e coordenação de Vitor Blotta e Fabricio Bonni.

20 horas – Encerramento do Segundo Dia – Relatores do Fazer
 1º de Maio
Brincar
Dia do Trabalhador Criativo
Lançamento do FMI – Fundo de Moedas Imaginárias da i.co.no.m.i.a.
Games for Change: LABMIS (oficinas)
Nos dias 29-30 de abril e 1o de Maio haverá oficinas práticas e demos de games desenvolvidos para uso na educação e em redes sociais (manhã e tarde).
Bispo de Taubaté: universo de mágicas e quebra-cabeças eternos, no lobby do MIS
i.co.no.m.i.a
Pitching de projetos e relatos de anjos de projetos na i.co.no.m.i.a – incubadora de conteúdos em novas mídias e infra-estrutura audiovisual, com a participação de Marcelo Tas, Jorge Forbes, Diego Viana, Gilson Schwartz, Heloisa Primavera, Guilherme Ary Plonski, Julio Moraes Lucchesi, Leonardo Brant, Claudio Sassaki e Fernando Dias.
Participação Especial: Trio Tamoyo
Início: 10 horas
Encerramento: 12 horas.

Patrocinadores
 BNDES, AMD Foundation, Games for Change, UNESCO, Purebros
 Apoio: UOL Jogos, PRO-IDEAL (Comissão Européia)
Iniciativa
Games for Change
Apoio dos Grupos de Pesquisa
Cidade do Conhecimento, Iconomia, PGT e DIVERSITAS
(Universidade de São Paulo)